segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Superlargura
A distribuição da superlargura ocorre de forma proporcional a distribuição da superelevação.
A superlargura é dada por uma regra de 3 simples:
lc - superlargura máxima
distância - x
entre estacas
Seção transversal de trechos em curva - Superelevação (I)
É uma declividade transversal aplicada nas rodovias nos trechos em curva com o objetivo de contrabalançar a força centrífuga a que o carro é submetido. Isto é feito por meio da componente tangencial à pista do peso desse veículo, proporcionando maior conforto e segurança ao percorrer tal curva.
- Métodos de obtenção da superelevação
1) Giro em torno do eixo
2) Giro em torno da borda externa
- Superelevação na CCS
O "x" é achado através de uma regra de 3 simples:1% - 10m (taxa ideal de uma variação de superelevação)
variação I - x
Obs.: Essa variação I é igual ao ângulo varrido pela borda ao subir; portanto, se a superelevação máxima é 6% e se a inclinação de projeto da pista é -2%, a variação I é [6 - (-2)] = 8%.
Para achar a nova inclinação da borda, é necessário fazer outra regra de 3:
x - variação I
distância - y
i = i ant + y
- Superelevação na CTE
A nova inclinação da borda é dada por uma outra regra de 3:
lc - variação I
distância - y
i = i ant + y
domingo, 11 de outubro de 2009
Projeto em Seção Transversal - Pista Simples em Tangente

- Tipos
- Fases de Desenvolvimento
- Levantar s cotas do terreno em uma direção perpendicular ao eixo do projeto, em cada estaca. (graficamente ou por nivelamento trigonométrico)
- Desenho da Seção Transversal do Terreno (as escalas verticais e horizontais são de 1/200, sendo a vertical correspondente às cotas e a horizontal, às distâncias)
- Gabaritagem da seção transversal da rodovia
TALUDE = tan (ângulo de inclinação)
talude de corte - 3:2 / talude de aterro - 2:3
domingo, 13 de setembro de 2009
Projeto Geométrico Vertical
- Levantar as cotas do terreno ao longo do eixo definido no projeto geométrico horizontal. Métodos : graficamente (menos preciso e mais barato) e por nivelamento geométrico (mais preciso e mais caro).
- Definir as escalas dos eixos
escala eixo vertical: eixo das cotas - escala 10x maior do que a horizontal (esc.: 1/200)
- Desenhar o perfil do desenho
- Definir os pontos de interseção vertical
- São identificados por meio de escalas e cotas
- Devem ser posicionados sobre estacas inteiras ou +10- Calcular as rampas do greide
- Estudo das concordâncias verticais
PCV - ponto de curva vertical=
PTV - ponto de tangente vertical
y - projeção horizontal da parábola
y1 - projeção horizontal do 1º ramo da parábola
y2 - projeção horizontal do 2º ramo da parábola
e - ordenada máxima
OBS.: assim como no caso do PIV, o PCV e o PTV também devem ser posicionados sobre estacas inteiras ou +10. Portanto, y deve ser um valor múltiplo de 10.
Tipos de parábolas

- Parábola simples (y1 = y2): e = y ( i1 - i2 ) / 8
- Parábola composta (y1 e y2 são diferentes): e = y1.y2.( i1 - i2 ) / 2.(y1 + y2)
- Cálculo da cota de projeto em um ponto qualquer da parábola
Cp = Cgr - en
Cgr - cota do greide reto
Cp - cota de projeto
en - ordenada da parábola no ponto n
dn - distância do ponto n ao PCV ou PTV (conforme n esteja no 1º ou no 2º ramo da parábola respectivamente)
- Parábola simples (y1 = y2): en = (2dn/y)² . e
- Parábola composta (y1 e y2 são diferentes)
no 1º ramo: en = (dn/y1)² . e
no 2º ramo: en = (dn/y2)² . e




